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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

CIDADE JOSÉ DA PENHA - RN

A TERRA DA MATA!
FOTO - http://www.camaradejosedapenha.rn.gov.br/site/

José da Penha é um município brasileiro no interior do estado do Rio Grande do Norte, Região Nordeste do país. Situa-se na região do Alto Oeste Potiguar, distante 421 quilômetros a oeste da capital do estado, Natal. Ocupa uma área de aproximadamente 118 km² e sua população no censo de 2010 era de 5 868 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo então o 101º mais populoso do estado.
TEXTO WIKIPÉDIA


No ano de 1934, nas proximidades do cimo da serra da Mata, mais precisamente num dos contornos do riacho Aroeira teve início um povoamento que recebeu o nome Mata. Em 1942, o povoado já estava com seu núcleo de desenvolvimento definido, contava com uma feira semanal, tinha uma capela, cemitério e uma escola em funcionamento. A história do povoado Mata está ligada de certa forma a do jornalista e Capitão do Exército, José da Penha Alves de Souza, um angicano idealista, orador e autor de livros sobre assuntos militares e filosóficos. No dia 31 de dezembro de 1958, pela Lei nº 2.351, o povoado de Mata, desmembrou-se de Luís Gomes e passou a se chamar José da Penha numa escolha feita pela população local, e tornou-se um novo município do Rio Grande do Norte. Foi instalado no dia 8 de fevereiro de 1959, em solenidade presidida pelo Dr. LUIZ GONZAGA DIÓGENES, Juiz de Direito da Comarca de Luís Gomes-RN, que teve como primeiro prefeito o senhor JOSÉ EVARISTO FONTES, nomeado pelo então governador Dinarte Mariz, que passou o cargo para o senhor OSÓRIO ESTEVAM DA SILVA, primeiro prefeito eleito em 3 de outubro de 1959 e tomou posse em 31 de janeiro de 1960 Formação administrativa Em 1955, o atual território pertencente ao município de José da Penha, foi elevado à categoria de distrito, criado pela lei estadual nº 901. Esse distrito foi anexado ao município de Luís Gomes. Mais de três anos depois, o distrito foi emancipado e elevado à categoria de município, em 31 de dezembro de 1958, e instalado oficialmente em 8 de fevereiro de 1959, constituído apenas do distrito-sede. Em 1963, foi criado e anexado ao município de José da Penha o distrito de Major Felipe, por força da lei estadual nº 3013, de 19 de dezembro. Até os atuais, o município é formado por dois distritos: o distrito de José da Penha ou distrito-sede (onde se localiza a sede municipal) e o distrito de Major Felipe, próximo à divisa com o município de Major Sales.

TEXTO -PREFEITURA DE JOSÉ DA PENHA



segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

PORTALEGRE - RN

Imagem relacionada
A fundação oficial da vila de Portalegre aconteceu no dia 8 de dezembro do 1761, em virtude da Carta-Régia de 1755 e Alvará-Régio, também de 1755. Segundo Luís da Câmara Cascudo, Portalegre foi a terceira vila a ser fundada no Rio Grande do Norte, sendo antecedida de Nova Extremoz do Norte (região que atualmente pertence a Ceará-Mirim), e da vila Nova Arês.
Resultado de imagem para PORTALEGRE RN

Portalegre foi destaque na Revolução de 1817, lutando contra o poder imperial. Por esse motivo, é considerada a capital revolucionária do Oeste Potiguar.



TEXTO - WIKIPEDIA




quinta-feira, 17 de março de 2016

TABOLEIRO GRANDE / RN


Foi na região onde hoje está localizado o município de Taboleiro Grande, na chamada ribeira do Apodi, que teve início uma povoação, na metade do século XVIII. Era uma época em que se vivia com a presença indígena e a implantação de fazendas para criação de gado.
Capela de São Sebastião, padroeiro de Taboleiro Grande
Capela de São Sebastião, padroeiro de Taboleiro Grande

Ao receber a concessão das terras da Data dos Morros, no ano de 1733, o Sargento-Mor Bento Fernandes Lima deu início a um povoamento que mais tarde chamou-se Taboleiro Grande. Logo depois essas terras foram unificadas, transformando-se numa grande propriedade voltada para as atividades pastoris.
http://taboleirograndenews.blogspot.com.br/p/taboleiro-grande_07.html

O povoado teve crescimento lento e sua atuação econômica se limitava a presença de fazendas de criação de gado. O povoado demorou muito a conquistar sua emancipação política e foi no dia 26 de dezembro de 1963, através da Lei nº 3.020 que Taboleiro Grande desmembrou-se de Rodolfo Fernandes e tornou-se um município Potiguar.
http://taboleirograndenews.blogspot.com.br/p/taboleiro-grande_07.html

TEXTO - WIKIPEDIA

terça-feira, 15 de março de 2016

Lagoa de Pedras - RN


EM FINS do século XVIII, havia pela ribeira do Apodi, entre Mxaranguape e Muriú, em Touros, uma "Lagoa de Pedras" e fazendas de criação, que não chegaram a determinar maior aglomeração humana.
Cem anos depois, nos últimos vinte anos do século XIX, repetia-se o nome, desta vez, povoação do município de Goianinha, localizado em zona agrícola, cortada e recortada pelos caminhos de escoamento das produções rurais. Gentílico: lagoa-pedrense Formação Administrativa
Elevado à categoria de município com a denominação de Lagoa de Pedras, pela lei estadual nº 2779, de 10-05-1962, desmembrado de Santo Antônio. Sede no atual distrito de Lagoa de Pedras. Constituído do distrito sede. Instalado em, 15-04-1963.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Fonte: IBGE










segunda-feira, 14 de março de 2016

SÃO VICENTE RN

IGREJA MATRIZ DE SÃO VICENTE FÉRRER - FOTO: ALEX ARAMEDE

O município de São Vicente surgiu às margens do Riacho da Luíza, cujo nome foi dado em homenagem a uma velha índia cariri que habitou na região antes de 1726.
Por ser uma região tradicionalmente agrícola, aproveitada pelos aborígenes em grandes plantações de milho, em determinado momento histórico, mereceu o nome de Milharada dos Gentios.


Em 9 de janeiro de 1719 a região era detalhada em Sesmaria sob a titularidade de Gervásio Pereira de Morais, compreendendo o Riacho das Milharadas dos Gentios e o Riacho de Olho D’água das Pedras, a Serra do Quinqüê e outros toponímios.

Em 1787 a região se apresenta como de propriedade de Domingos Alves dos Santos.
A fundação da municipalidade, todavia, é atribuída a Joaquim Adelino de Medeiros, conhecido por Capitão Cocó e casado com Vicência Maria da Conceição.
A fazenda Luíza, do citado capitão, continha grande, robusta e antiga quixabeira (tombada pela força da natureza em 1958), sob a qual viajantes, comerciantes e moradores reuniam-se, dando início a um pequeno mercado.
Praça Agenor Nunes (Rua velha)

Casas começaram então a ser construídas, facilitando, inclusive a vida daqueles que tinham negócios a realizar entre Florânia e Currais Novos.
Uma capela foi erguida, sob o regime de mutirão, em 1898, homenageando São Vicente Férrer.
Em 31 de outubro de 1938, o povoado ao redor daquela quixabeira foi considerado legalmente um Distrito do município de Florânia, chamado São Vicente.
Entretanto, em 1943, o Distrito teve seu nome alterado para Luíza, voltando a ser São Vicente, após cinco anos, e em 11 de dezembrode 1953, torna-se município autônomo do Rio Grande do Norte (Lei Estadual nº 1.030 de 11 de dezembro de 1953).
TEXTO - WIKIPEDIA

sexta-feira, 11 de março de 2016

CIDADE DE FELIPE GUERRA / RN



Felipe Guerra[nota 1] é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Norte localizado na microrregião da Chapada do Apodi.
Caverna da Catedral Felipe Guerra

Cachoeira do Roncador Felipe Guerra
O atual distrito de Felipe Guerra era denominado como o ex-povoado de Pedra de Abelha. O município recebeu o nome de "Felipe Guerra" numa homenagem a Felipe Neri de Brito Guerra, filho do município de Campo Grande, líder da região, deputado às Constituintes de 1891, 1892 e 1895, juiz de Direito, desembargador e secretário de Educação.
Casas antigas de Felipe Guerra

Antes um povoado, Felipe Guerra tornou-se município em 17 de dezembro de 1953, através da Lei, N° 1.017, o que durou apenas um ano e, em 1954 por decisão do Supremo Tribunal Federal a lei foi anulada e a localidade voltou à condição de povoado, que só desmembrou-se definitivamente de Apodi no dia 18 de setembro de 1963, pela Lei, N° 2.926, tornando-se município do Rio Grande do Norte.
IGREJA DE SÃO PEDRO SITIO PASSAGEM FUNDA FELIPE GUERRA/RN
CASÓRIOS CIDADE BAIXA FELIPE GUERRA/RN
CASTELO - TOPO DA LADEIRA CIDADE ALTA FELIPE GUERRA/RN
IGREJA DA NOSSA SENHORA DO PERPETUO SOCORRO - CIDADE BAIXA FELIPE GUERRA
OLHO D'ÁGUA SITIO BREJO/FELIPE GUERRA/RN
CAVERNA DO URUBU - FELIPE GUERRA/RN

TEXTO - WIKIPÉDIA


quinta-feira, 10 de março de 2016

Cidade de Antônio Martins/RN


Um oásis no sertão potiguar

REGIÃO OESTE
Vista parcial da cidade
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Singrando a estrada em direção ao sertão potiguar, no pé da soleira da Serra de Martins, a pequena cidade de Antônio Martins é um oásis em pleno deserto catingueiro, como se a abundância das águas das piscinas do “Terminal Turístico” trouxesse sempre uma brisa fresca para abrandar a cidade, abafada pelo tórrido calor em tempos de verão.

A pequena Antônio Martins se prepara para receber o turista cheia de atrações para o deleite do visitante e para o orgulho de seus moradores mais afoitos. Do alto do serrote, o Nincho de São José é um mirante feito para contemplar a paisagem paradisíaca da cidade, enquanto se observa as horas mortas da tarde que anunciam mais um pôr-do-sol no sertão.

Um dia, o município já foi conhecido como Vila de Boa Esperança, no final do século dezenove, quando Justino Ferreira de Souza fundou o lugar, construindo a primeira moradia de pau-a-pique. Foi o mesmo Justino quem construiu o cemitério e deu inicio a edificação da Capela de Santo Antônio, no ano de 1901.

De acordo com Câmara Cascudo, no livro “Nomes da Terra” (reeditado pela Editora Sebo Vermelho, em 2002), em 30 de dezembro de 1943, o povoado de Boa Esperança muda de nome. A partir de então, o lugar passou a se chamar Vila de Demétrio Lemos, por força dos inúmeros benefícios que o Coronel Rego Lemos prestou ao município de Martins.

O atual nome da cidade, Antônio Martins, desmembrada oficialmente de Martins em 1963 pelo então governador Aluízio Alves, foi uma homenagem à Antônio Martins Fernandes, médico e deputado, que teve sua atuação política reconhecida pelas benfeitorias prestadas à região.

Sobre o homem Antônio Martins, Cascudo escreveu: “Defendeu com entusiasmo vários projetos proveitosos ao oeste do Rio Grande do Norte. Era de trato acolhedor e amável, e de comunicante simpatia”.

Beleza rústica desconhecida
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Nincho de São José.

Antônio Martins está localizado na região do Médio Oeste potiguar, a 360 quilômetros da capital do Estado. A economia do município é baseada na apicultura com uma boa produção de mel de abelha puro, colhido com o néctar de rosas brejeiras, brotadas na beira do açude do Tamanduá.

A beleza da região é contemplada com o acolhimento dos antônio-martinenses, povo cheio de fé em Santo Antônio, padroeiro do município. Nas festas juninas, a cidade se enche de luz para louvar os santos e promover várias atrações culturais.

Nessa época, quando o inverno é rigoroso e o verde na caatinga alegra o coração do sertanejo, a cidade festeja com muita quadrilha, encontro de violeiros, comida típica e shows regionais.

Quando o visitante deixa a cidade, tem a certeza que o sertão é feito das coisas simples, como se os ventos agresteiros limpassem os olhos com o perfume das juremas-pretas em flor.

De longe, a saudade de Antônio Martins é despertada pelo aboio triste de um vaqueiro, ecoando na lembrança do turista as maravilhas de um sertão encantado.
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Clube de Lazer municipal aberto ao público.

Igreja Matriz de São José.

Casas mais antigas da cidade.
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Nincho de São José.

LUIS GOMES / RN

O Tenente-Coronel Luís Gomes de Medeiros, natural de Caicó, chegou à região no ano de 1756, com o objetivo de edificar raízes e de construir o futuro. Ao chegar à localidade, chamada de Serra do Senhor Bom Jesus, o Tenente Coronel construiu uma pequena casa, a primeira da futura povoação, e iniciou, em caráter experimental, um plantio de milho, feijão, mandioca e árvores frutíferas. Antes de regressar a Caicó, Luís Gomes de Medeiros passou a responsabilidade de cuidar das recentes plantações para seu fiel escravo Jacó. O escravo Jacó, trabalhador leal, deu conta do recado. Quando retornou a Serra do Senhor Bom Jesus, um ano depois, o Tenente-Coronel encontrou os frutos brotando da terra e o resultado do pioneiro trabalho sendo garantido pela fertilidade dos verdes campos da região.

As sementes para a fundação de uma nova povoação estavam definitivamente lançadas pela penetração no Alto Oeste Potiguar do obstinado caicoense. Não se sabe as razões que levaram Luis Gomes de Medeiros a deixar sua terra natal para aventurar-se nos rumos do desconhecido, nos distantes caminhos do extremo oeste.


 O povoamento da Serra do Senhor Bom Jesus foi se tornando realidade e mais exploradores foram chagando à localidade, construindo suas moradias, cultivando o solo, praticando a caça abundante, fazendo crescer o comércio local e avançando para outras áreas. Com o passar dos anos, os moradores da localidade decidiram mudar o nome do povoamento para Luís Gomes, numa merecida homenagem ao desbravador caicoense. Em 5 de julho de 1890, pela Lei nº 31, Luís Gomes foi desmembrado de Pau dos Ferros e tornou-se município do Rio Grande do Norte.

TEXTO - PREFEITURA DE LUIS GOMES

quarta-feira, 9 de março de 2016

RIACHO DA CRUZ / RN


br.distanciacidades.com

Cidade da região Oeste Potiguar, localizada na microrregião de Pau dos Ferros. Fica a 350 Km de distância de Natal, está a 163m de altitude e em 2007 o IBGE estima a sua população em 3.025 habitantes.


 igreja matriz do Sagrado Coração de Jesus
br.distanciacidades.com

Era início do século XVIII, quando surgiram as primeiras explorações agrícolas numa área às margens do riacho Forquilha, e por causa de uma cruz fincada na beira do riacho, indicando uma sepultura cristã, surgiu o nome para aquela localidade, o qual permaneceu até hoje Riacho da Cruz.


pórtico na entrada da cidade

Em 1717, na área do riacho da Cruz na ribeira do Apodi, os senhores Manoel Rodrigues Taborda, Bento Carneiro, Matias Lima e o Capitão Antônio Barbalho Bezerra, eram os proprietários das quatro sesmarias, ali existentes.

A partir dos trabalhos desenvolvidos por dois pioneiros chamados Teodósio Freire de Amorim e Gregório José Dantas, proprietários de terras na localidade, a povoação começou seu crescimento e ganhou vida de fato. Mas o povoado que vivia de uma economia direcionada unicamente para a agricultura, se desenvolveu de forma muito lenta por muito tempo.

Riacho da Cruz desmembrou-se de Portalegre no dia 9 de maio de 1962, através da Lei nº 2.764, conquistou sua emancipação política e tornou-se um município do Rio Grande do Norte.

Fonte: Idema-RN


A área onde se localiza o Município de Riacho da Cruz, situa-se na região denominada Serra do Regente, hoje, Portoalegre, na época, habitada por imigrantes portugueses. 

A povoação surgiu à margem do riacho da Cruz ou da Forquilha, que deságua no rio Apodi. O riacho da Forquilha toma a denominação de Riacho da Cruz, depois de passar pelo Município de Viçosa. A origem do topônimo prende-se a uma cruz de madeira, colocada à beira do riacho, onde um soldado havia sido morto e enterrado, tendo sido o local denominado de Riacho da Cruz.

Era exatamente na área de Riacho da Cruz, na ribeira do Apodi, que em outubro de 1717, existiam quatro sesmarias pertencentes aos senhores Manoel Rodrigues Taborda, Bento Carneiro, Matias Lima e o Capitão Antônio Barbalho Bezerra. Mas o crescimento da povoação na região aconteceu pela ação de Teodósio Freire de Amorim, nos idos de 1732, e Gregório José Dantas em 1754, proprietários de terra na localidade de Riacho da Cruz. Foi a partir do trabalho e da presença desses dois pioneiros que o povoado começou a ganhar vida de fato, nas redondezas da cruz fincada na beira do riacho da forquilha. 

Com o decorrer dos anos, mais precisamente na década de 50, foi promovida à vila, denominada Vila Riacho da Cruz. Em 09 de maio de 1962, através de Lei Estadual nº 2.764, foi criado o Município de Riacho da Cruz, desmembrado do Município de Portoalegre. 

http://wikimapia.org/6039254/pt/Riacho-da-Cruz

terça-feira, 8 de março de 2016

CIDADE DE CORONEL JOÃO PESSOA / RN



Coronel João Pessoa é uma cidade no interior do estado do Rio Grande do Norte. Encontra-se na região do Alto Oeste Potiguar, bem como na mesorregião do Oeste Potiguar e na microrregião da Serra de São Miguel, a uma distância de 453 quilômetros a oeste da capital do estado, Natal. Ocupa uma área é de 117,140km², dos quais apenas 0,3682km² são de áreas urbanas. A população do município estimada no ano de 2011, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é de 4777 habitantes, o que classifica Coronel João Pessoa como o 120° município mais populoso do Rio Grande do Norte (em 167 municípios) e o quinto de sua microrregião.
A sede tem uma temperatura média anual de 28,1°C e a caatinga é a vegetação predominante no município. Com uma taxa de urbanização de 37,24% (2010), o município contava, em 2009, com quatro estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,592, considerando como médio pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
O município foi emancipado de São Miguel na década de 1960. O nome é uma referência a João Pessoa de Albuquerque, potiguar nascido em São Miguel e que já exerceu a função de coronel da guarda nacional, agricultor e negociante, presidente da Intendência (1911-1913) e deputado Constituinte.

Desmembrado do município de São Miguel, coronel João Pessoa teve sua origem na metade do século XVIII, com o nome de Baixio de Nazaré, localizado sobre a serra do Camará ou São Miguel, à margem esquerda do rio São Gonçalo. Zona agrícola, foi povoado por posseiros vindos do Ceará, através da Chapada dp Apodi.
O incentivador da região, João Pessoa de Albuquerque, nascido em São Miguel, coronel da guarda nacional, era chefe político local, agricultor e negociante. Foi presidente da Intendência de 1911 a 1913. Deputado Constituintes de 1915 a 1926, bem assim em outras legislaturas. O topônimo é em sua homenagem.
Gentílico: pessoense
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Coronel João Pessoa ex-povoado de Kágados, pela lei estadual nº 52, de 21-12-1953, subordinando ao município de São Miguel.
Em divisão territorial datada de 1-I-1955, o distrito de Coronel João Pessoa, figura no município de São Miguel.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Coronel João Pessoa, por lei estadual nº 3005, de 19-12-1963, desmembrado de São Miguel. Sede no antigo distrito de Coronel João Pessoa. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1964.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Fonte: IBGE

https://www.connhecer.tur.br/cidades/cidade.php?id=3714